Narrativa

Publicado em às 10:10.
Por Gilvan Barbosa Gama
Já são várias as autoridades federais, estaduais e  municipais que num clamor uníssono reclamam da ausência do amparo legal para que as leis sejam respeitadas e cumpridas em todo o Brasil. Cabe ao Estado esse amparo legal,ou estamos vivenciando um Estado de fato onde esse aparo legal exigido por direito constitucional não passa de falácia?

 
Vamos por partes cobrar aquilo que é justo.
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Quando num hospital,diante de um flagrante mostrado na mídia, um médico(a) plantonista se nega a prestar atendimento,a um paciente que está entre a vida e a morte,por estar  numa ligação telefônica,e este vai a óbito,isso acaba sempre na clássica e evasiva desculpa pontual e esfarrapada por parte da direção do hospital,de que procedimento interno,para a apuração de responsabilidades do fato ocorrido,será instaurado e medidas serão tomadas para que tal situação não volte a acontecer.Diante da negligência médica pedir desculpas para a família da pessoa morta é ilógico e inadmissível.Médico e hospital,via de regra,saem desse episódio sem arranhões.A culpa é do corredor que na hora do ocorrido, por falta de leito, estava super lotado sendo essa razão pela qual o paciente em pauta foi confundido com outro em estado mais grave.Tudo isso não passa de  uma enorme e tosca mentira.O resultado desse procedimento nunca chega à publico e quando chega não apresenta responsáveis,e quando apresenta é sempre um funcionário terceirizado não expressivo do quadro funcional do hospital.Qual o amparo legal para a família do “de cujus”?. 
No que diz respeito a segurança pública,o Estado há muito, já perdeu o norte para o crime organizado,que dita o terror que desejam que a sociedade engula, engasgue e não consiga digerir.Onde está o amparo legal(nesse caso leis de força e até a pena de morte se institucionalizada se fizer mister) para eliminar escritórios e executivos do crime dentro das penitenciárias?Precisamos de medidas heroicas para por fim naquilo que o Estado dormiu.No Brasil, temos uma nova Universidade do crime.Nela se formam os doutores do ilícito penal, com direito a pós graduação em terrorismo urbano e rural.Onde estão os doutores da lei que não colocam um paradeiro em tanta bandidagem?De tanta facilidade e impunidade,chego a pensar que os chefes maiores dessas facções criminosas de segunda linha se encontram no próprio poder estatal.Quanto às facções de primeira linha,bem…! essas têm seus cabeças no primeiro escalão que são os corruptos  de plantão. A tudo assistem e nada fazem.Por qual motivo?Seria perda do poder de voto que recebem desses facínoras?Da para desconfiar de tudo e de todos..Por todo o Brasil a insegurança é a tônica das reportagens apresentadas pela mídia todos os dias,sendo o Rio de Janeiro o expoente máximo da guerra entre traficantes e suas facções, milicianos <bandidos de primeira linha>, e as polícias civil e militar, agora também com o concurso ostensivo das Forças Armadas.Qual é o amparo legal para
 a autoridade policial que morre em serviço vítima da bandidagem?
 Quanto à educação não há muito o que falar pela falta da mesma.Fala-se também em  .cultura nacional. Qual é o expoente representativo dessa cultura?O exemplo clássico
 para pouco falar da educação e tudo explicar está no clássico jogo de dominó,quando as peças colocadas sobrepostas começam a tombar uma a uma até a última. 
 
 Na educação é a mesma coisa, tanto no ensino básico como no ensino superior.
 Escolas e Universidades com seus espaços físicos a desejar;falta de material didático,dinheiro da merenda escolar desviado,restaurante universitário às moscas,professores  de todos os níveis com os salários atrasados,quando não em justas greves por melhores salários não conseguem realizar o programa do ano letivo.Nessas alturas, e pelo já exposto, o corpo discente é a ultima pedra do jogo de dominó a tombar com força e de forma feia.
O Ministério das Relações Exteriores anda em dissonância com o Ministério do Trabalho.Temos no Brasil nesse momento, mais de 13 milhões de desempregados.Não fora tal fato,poderíamos receber refugiados sem maiores consequências.Da Venezuela já são mais de 140.000 refugiados.Haitianos um número pouco menor e refugiados do oriente médio chegam via Foz do Iguaçu um número considerável todos os dias.A pergunta é: Se não temos emprego com carteira assinada para os nossos,por certo os que aqui aportam,vindos de outros países, farão concorrência com os brasileiros que já encontram na informalidade.Qualé o amparo legal para os brasileiros vítimas dessa concorrência empregatícia desleal por parte dos estrangeiros que o governo brasileiro acolhe sem projeto?
 
   Salve-nos são Brasilino de tanta canalhice institucionalizada pelos três poderes cretinos da União.


Em tempo.>> Já existem um sem número de haitianos refugiados, vendendo quinquilharias importadas nas praias Capixabas,mais precisamente Guarapari.

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