KISABOR: de tão bom, não dá conta de fabricar mais

Açaiteria e Sorveteria Kisabor: o empreendimento em Itaipava que atrai admiradores de vários municípios

Jovem empresário não dá conta de fabricar picolé em Itaipava para a tamanha demanda, são 45 carrinhos na rua e na praia vendendo picolé o dia inteiro. Com este calor forte, neste verão, a produção diária da fábrica Kisabor ultrapassa 5 mil.

Empreendimentos que gerem emprego, levantem a auto- estima do povo e levem o nome do seu lugar para outros municípios e estados, é disso que Itaipava precisa e é esta a história que está sendo escrita por Ronan Dias e sua família. 

Natural de Itaipava, o jovem de 28 anos começou com seu pai há aproximadamente 16 anos fabricando picolés. Porém, foi em 2016 que o negócio fez um boom!, quando decidiram fabricar seu próprio açaí. Hoje são 30 funcionários fixos, 45 carrinhos de picolés, 5 mil fabricados e 3.500 vendidos por dia, além da entrega de açaí que chega a 3 mil por mês na invernada.

Ronan está muito animado e comemora o fato de poder gerar emprego principalmente para sua família. “A maioria dos meus funcionários são da minha família, inclusive meus tios que sonhavam em sair da pesca, eu os ensinei como fazer, e hoje são eles os responsáveis pela fabricação dos meus produtos!”, comenta orgulhoso. Sem contar com os 10 empregos temporários na loja e no delivery e os vendedores que saem com os carrinhos pelas praias, que chegam a ganhar $250,00 por dia cada um.

Trabalho, humildade, qualidade e o bom atendimento, sem dúvidas, são os grandes diferenciais da Kisabor, e é o que fazem com que pessoas de outros municípios venham prestigiar os produtos. “Nós recebemos clientes de Marataízes, Rio Novo do Sul, Presidente Kennedy, Cachoeiro, pessoas que estão passando por aqui e fazem questão de vir nos visitar. Nós ficamos muito felizes com isso!”.

Hoje o empreendimento conta com a Sorveteria e Açaiteria, a Loja de Delivery, a Fábrica e o Ponto dos Carrinhos. Mas, a Kisabor não vai parar por aí. Além de expandir para a venda dos produtos em mercados, lojas e demais estabelecimentos o próximo é “construir uma grande fábrica. Até já comprei o terreno!”, confessa Ronan.

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