Cavalaria e efetivo maior da PM garantidos para o verão em Piúma

Publicado em às 11:18.
Por Da redação

A reunião realizada no Ministério Público discutiu Operação Verão 2018/2019

Foto/ Assessoria de Comunicação

A Prefeitura de Piúma e a Polícia Militar – PM se reuniram, na tarde de terça-feira 05, no Ministério Público – MP para discutir a Operação Verão 2018/2019. Além da PM, o Conselho Municipal de Segurança – Consep, Associação Comercial de Piúma – Ascopi, representantes da Polícia Civil e MP discutiram ações que visam garantir segurança, principalmente durante os eventos.

Durante o encontro foram discutidas estratégias relacionadas a fiscalização intensiva para comércios ambulantes/eventuais e poluição sonora. Neste ínterim, o prefeito Ricardo Costa garantiu que a tolerância aos carros de som será zero, a exemplo dos anos anteriores.

De acordo com Ricardo, ao ser questionado sobre o efetivo da PM, este ano está garantido, até mesmo em maior número, bem como a cavalaria e ser for necessário, Piúma poderá contar também com parte do efetivo que estará na região.

“A polícia está comprometida, conseguimos que a cavalaria venha para Piúma, conseguimos também efetivo maior para o verão, não temos a quantidade ainda, estamos trabalhando agora para no momento de maior pique, a exemplo do ano passado buscarmos efetivo ainda complementar na reunião. Ficou garantido que a tolerância ao carro de som será zero”, afirmou o prefeito.

Em relação a ter trio elétrico na orla este ano, o prefeito disse que estará definindo junto com o promotor no próximo dia 18, de antemão até dia 26 não tem trio saindo andando. “Vamos tratar no Termo de Ajuste de Conduta – TAC que assinamos todo ano, mesmo tendo o trio, ele não passará no trecho onde está a erosão”, disse

Erosão e contenção

O prefeito informou que aguarda o recurso estadual prometido, no valor de R$ 5 milhões, para iniciar obra de contenção da maré. Para o verão, estão preparando 800 sacos (big bags), que custam cerca de 48 mil, e suportam até 1,5 tonelada de areia para ser colocado no espaço onde as ondas destruíram o calçadão e a pista, ocorre que os órgãos ambientais estão analisando a viabilidade e o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) ainda não autorizou.

Ricardo disse que o projeto da obra de contenção passa por alguns ajustes no órgão de Controle e Transparência do Estado para o governo assinar o convênio dos R$5 milhões prometidos, “acreditamos o próximo governo irá liberar as próximas parcelas para a obra de contenção”.

 

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