Sesa promove parceria para uso de comunicação alternativa a pacientes com Covid-19

Muitos pacientes com o novo Coronavírus (Covid-19) ao darem entrada nas unidades hospitalares com dificuldades respiratórias e cansaço encontram também a barreira da comunicação. Diante desse novo cenário que a pandemia trouxe, a Secretaria da Saúde firmou uma parceria com o Conselho Regional de Fonoaudiologia da 6ª Região (Crefono 6) para disponibilizar um serviço mais humanizado dentro dos hospitais de referência ao tratamento da doença no Estado. 

A parceria visa à implantação de uma comunicação alternativa que proporcionará aos pacientes a possibilidade de se comunicarem com as equipes de saúde por meio de pranchas com símbolos pictográficos e alfabeto-números. 

“É uma parceria que vem para fortalecer a assistência hospitalar, visando a auxiliar a comunicação daquele paciente que se encontra em vulnerabilidade comunicativa”, destacou a subsecretaria de Estado da Assistência em Saúde, Quelen Tanize Alves da Silva.

Segundo a presidente da Comissão de Educação do Crefono 6 e responsável técnica pelo projeto, Janaina Maynard, a vulnerabilidade comunicativa pode gerar ansiedade e frustração para o paciente e para a própria equipe de saúde. 

“O uso dos recursos de Comunicação Alternativa visa a facilitar essa comunicação, favorecendo melhores possibilidades de expressão e compreensão por parte do paciente e da equipe, minimizando os impactos negativos na estabilidade clínica e garantindo a prestação de um serviço de saúde mais humanizado”, explicou a profissional. 

Para essa parceria, o Crefono 6 disponibilizou à Sesa kits contendo pranchas de comunicação alternativa que começaram a ser distribuídas no final de agosto para todas unidades hospitalares referências ao atendimento à Covid-19 no Estado, sendo hospitais da rede própria, filantrópicos e contratualizados, destinados aos pacientes nos leitos de terapia intensiva e clínicos. 

As pranchas são plastificadas para facilitar a higienização e desinfecção do material, garantindo a segurança do paciente e da equipe, respeitando as normativas da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar de cada instituição. 

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