OPINIÃO: panorama – depois da tempestade

O texto é um olhar da advogada Viviane Layber, natural de Iconha

Considerando que 100% do comércio local em Iconha foi atingido; que, hoje não se vende e nem se compra nada na cidade, toda a economia foi perdida, liquidada pela força das águas. Não estamos aqui para “achar” culpados ou qualquer outro desígnio, mas para buscar soluções.

É necessário entender que precisamos nos reinventar, renascer, e esse renascer terá que vir de cada um de nós, que viu e viveu todos os últimos acontecimentos da nossa cidade.

Vamos precisar ter forças para retirar o S da crise “CRIE”, e nos reinventar a todo instante em busca de um bem viver.

Os proprietários dos imóveis vão precisar repensar suas formas de locação.  Vão ter a necessidade de reinventar a forma que melhor possa atender as partes contratantes, isso requer criatividade e parceria. Requer confiança e credibilidade entre as partes.  Vão precisar fazer concessões para um viver melhor de todos na comunidade que vamos juntos construir para o amanhã.

Espiritualmente falando, além do que chamamos de tragédia, precisamos encarar a transição planetária. É fato que estamos vivendo essa transição e o bacana disso tudo é que estamos tendo a grande oportunidade de crescermos como pessoa, de nos desenvolvemos enquanto seres do bem que entendemos ser….

Quanto à gestão pública, esperamos sinceramente que nossos líderes não usem a fragilidade alheia para se auto promoverem e nem façam do desespero e desilusão do outro sua plataforma de governo.

Que estes tenham sim, projetos viáveis para uma boa prática de gestão social.

Visão política gestacional para o crescimento e desenvolvimento de uma nova cidade que ressurgirá de muito além da lama, ressurgirá da boa vontade e criatividade de toda a comunidade, do bem viver geral, onde juntos tenham a consciência que podem muito.

Quanto ao governo que está posto, que este tenha dignidade de apresentar uma plataforma de crédito viável e saudável para que os empresários (seja ele em qualquer proporção), possam se restabelecer no mercado de trabalho e voltar a gerar emprego e renda para cidade.

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