Empresa alvo da Operação “Falso Negativo” no DF e desclassificada em Piúma nega acusações

O jornal recebeu uma nota oficial com direito de resposta em relação a matéria veiculada ontem. Oportunamente, enviou a empresa novos questionamentos em relação a Resolução – RE Nº 2.165, de 26 de junho de 2020 enviada por ela para justificar o certificado junto a Anvisa. O jornal também questiona se, no dia 31 de março data em que a MedLevensohn assina contrato com a Prefeitura de Anchieta para venda de 1.500 testes se ela já tinha a referida resolução. Estamos aguardando. Por hora segue a nota da empresa na íntegra.

Em resposta à reportagem do site Espírito Santo Notícias sobre sua desclassificação ilegal na licitação da Secretaria de Saúde de Piúma para a compra de testes rápidos para a detecção de anticorpos do novo coronavírus, a MedLevensohn esclarece que:

•             com relação à operação “Falso Negativo”, deflagrada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDF), rechaça integralmente o envolvimento de seu nome nessa operação e informa que sequer vendeu testes rápidos de Covid-19 à Secretaria do Estado de Saúde do DF, tendo apenas entregue uma proposta no intuito de atender a um pedido de cotação para fornecimento do produto – o que torna as acusações contra a empresa totalmente infundadas;

•             não conta com nenhum lote de testes rápidos com pendências na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), tendo apenas um sido preventiva e temporariamente suspenso pelo referido órgão, que já o liberou para uso e comercialização mediante laudo de análise nº 1342.1P.2/2020 emitido pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS, órgão ligado à prestigiada Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no qual o resultado de todos os ensaios realizados foram considerados satisfatórios, conforme publicação no Diário Oficial da União (http://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-2.165-de-26-de-junho-de-2020-263709629);

•             quanto à reportagem do site Intercept Brasil mencionada pelo secretário de Saúde de Piúma, Alexandre Marconi, para justificar a desclassificação ilegal da MedLevensohn na referida licitação, a empresa acrescenta que seus testes importados da China e comercializados no Brasil, além da explícita e inquestionável certificação pela Anvisa, têm sido utilizados na resposta à pandemia em dezenas de países, incluindo a própria China, Cingapura, Alemanha, França e Itália.

A Medlevensohn está comprometida há mais de 20 anos com o abastecimento nacional de produtos médicos hospitalares. Nosso inalienável compromisso com a ética atrelado ao estrito respeito às normas de contratações públicas e crença na Justiça nos trazem a tranquilidade de que as suspeitas levantadas injustamente visando a satisfação de claros interesses políticos e pessoais serão rapidamente descartadas.

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