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DISPOSTO PARA MATAR com 11 munições no bolso, assassino do segurança também é assassinado com 4 tiros na calçada do Campi Bar

A polícia não identificou o homem que matou o segurança e nem quem o matou. Sabe-se apenas que a arma usada nos homícidios desapareceu junto com o assassino do homem que assassinou Anderson

Anderson foi morto com vários tiros – Foto Arquivo pessoal

Ainda não foi identificado o homem que matou o segurança e também foi assassinado – Fotos Luciana Maximo

O segurança Anderson Soares Sá, 45 anos, residente em Itaipava foi assassinado com cinco tiros enquanto trabalhava no Campi Bar Fest, na madrugada deste sábado, 17, no bairro Céu Azul, em Piúma. Além de Anderson, outro homem acabou sendo morto durante a confusão que houve na rua na hora do crime, mas não foi assassinado pelo segurança que foi surpreendido com a arma e os tiros na porta do estabelecimento.

Briga antes no Bar

A PM foi acionada antes das mortes por conta de uma briga no Bar – Foto Luciana Maximo

Informações da Polícia Militar _ PM dão conta de que antes do crime, houve uma discussão dentro do bar com algumas mulheres envolvidas e o homem que matou o segurança. Anderson teria colocado o cliente envolvido na confusão para fora do Bar e ele não gostou e prometeu voltar.

O homem que ainda não teve a sua identidade revelada pela polícia teria retornado ao Campi Bar para acertar as contas com o segurança que o expulsou.

APerícia identificou quatro perfurações no homem morto e 11 munições no bolso dele – Luciana Maximo

Populares na rua avistaram o assassino chegando em um Corola branco com outros homens, ele teria aberto fogo contra o segurança cinco vezes atingindo a axila, a mão e o tórax. No meio da confusão o assassino acabou sendo assassinado por outro homem, a arma desapareceu. A polícia não soube detalhar como ocorreu o homicídio do assassino do segurança, na calçada do Campi. A PM não tem informações de quem disparou contra o assassino do segurança que estava com 11 munições no bolso e nenhum documento.

Tudo foi muito rápido, Anderson foi socorrido para o Hospital Nossa Senhora da Conceição em Piúma, que acionou a ambulância Avançada do Samu para leva-lo a Vitória, no entanto, acabou morrendo pela gravidade dos ferimentos.

Os policiais militares estiveram no Campi antes dos assassinatos para atender a ocorrência da confusão que houvera dentro do bar. Todavia, ao chegar no local quando acionada a primeira vez, a briga já tinha ocorrido, estava tudo tranquilo e o forró seguia com todos se divertindo.

Convém ressaltar que o segurança desarmado havia colocado pra fora o homem, estopim da confusão.

Segundo populares, na rua haviam centenas de pessoas, duas mulheres próximas ao corpo do homem atirador levavam as mãos à cabeça desesperadas. Elas deixaram o local sem serem identificadas….

O homem morto na calçada não é do Céu Azul

O homem nunca fora visto no Bar, não era do bairro

A reportagem foi ao Céu Azul para apurar os fatos, segundo moradores próximos, o homem morto na calçada não é do bairro onde o crime ocorreu e ninguém o conhece por lá.

O curioso desta história é que o revólver calibre 38 usado pelo assassino que matou o segurança e, também foi morto, desapareceu. Alguém durante a confusão na rua o matou e furtou a arma da própria vítima algoz. A perícia vai detalhar no laudo posterior se a mesma arma que matou o segurança matou o assassino, para então desvendar este mistério?

A volta ao bar

Os PM’s voltaram ao local, isolaram a area, fzeram buscas não conseguiram identificar o homem que matou o assassino do segurança – Luciana Maximo

A Polícia Militar retornou ao Bar assim que foi acionada pela segunda vez, isolou a área e acionou a Perícia da Polícia Civil que esteve no local periciou o corpo e o conduziu ao rabecão.

Em seguida, os peritos foram ao Hospital também periciar o corpo de Anderson. Ambos os corpos foram conduzidos ao Serviço Médico Legal _ SML de Cachoeiro de Itapemirim onde serão necropsiciados e liberados para sepultamento.

Lamentou muito

O proprietário do Bar disse que em seis anos de funcionamento nada semelhante ocorreu, ele está muito abalado – Luciana Maximo

A Reportagem tentou falar com o proprietário do Bar, Wallace Campi, mas ele estava muito abalado com o ocorrido. Limitou-se a falar que o Bar funciona há uns seis anos e que nunca vivenciou nada semelhante. “Foi uma fatalidade. Ficamos mais de um ano sem trabalhar por conta da pandemia. Depois que Piúma caiu para o Risco Baixo voltamos a funcionar com todos os protocolos de segurança. O segurança estava trabalhando para levar o sustento para casa. Na hora da confusão no Bar eu chamei a Polícia, mas tudo se acalmou e depois o cara voltou e fez isso. Lamentamos muito por tudo isso ter ocorrido. Sentimos muito”, disse Wallace.

O corpo do segurança foi removido do hospital para o SML de Cachoeiro – Luciana Maximo

A Polícia Civil estará instaurando inquérito para investigar o duplo homicídio.

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