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CUSTOU A PRÓPRIA VIDA: teria brincado de roleta-russa, mas acabou morrendo com um tiro na cabeça, em Marataízes

Depois de passar a noite se drogando, acabou com a própria vida numa suposta brincadeira de roleta-russa, atirou sobre a própria cabeça, segundo ums dos rapazes que participou do jogo de azar e da brincadeira – foto https://br.rbth.com/

Três amigos se divertiam na Barra em Marataízes. Mas a brincadeira envolvia drogas e um revólver calibre 32. Infelizmente, o jogo de aza, mais conhecido como roleta-russa pode ser a explicação para a morte de um jovem de 20 anos, na manhã desta segunda-feira, 07.

A Polícia Civil – PC está investigando, a Polícia Militar – PM foi acionada após a população agredir um homem que estava com a vítima que, segundo ele, depois de detido, o amigo atirou na própria cabeça e morreu na hora.

Entenda o caso

Um jovem de 20 anos acabou indo a óbito na manhã desta segunda-feira, 7, em Marataízes, após supostamente participar de uma ‘brincadeira’ de roleta-russa com mais dois amigos. Ele foi baleado na cabeça e não resistiu.

O amigo de 26 anos, que estava com a vítima, acabou preso pela P M após ser agredido por moradores da Barra de Itapemirim, onde ocorreu a fatalidade.  A população acreditou que ele tivesse assassinado o rapaz de 20 anos.

Segundo o amigo preso, tudo ocorreu dentro da residência desse homem morto. Uma terceira pessoa estava dentro de casa e fugiu antes da chegada da polícia. A PM apreendeu o revólver calibre 32 com uma munição no tambor.

Os três jovens, segundo o jovem preso, após apanhar na rua passaram a noite de domingo fazendo uso de drogas. ‘Quando a doideira bateu’, eles resolveram ‘brincar’ de roleta-russa e acabou em tragédia, a brincadeira custou a própria vida.

O homem agredido pelos moradores foi levado ao hospital, onde foi medicado e em seguida conduzido para a Delegacia de Marataízes.

A Polícia Civil informou que o caso está sendo registrado como suicídio e que por esse motivo não passa detalhes da ocorrência.

Jogo de azar

Roleta-russa é um jogo de azar em que os participantes colocam um cartucho — tipicamente apenas um — em uma das câmaras de um revólver. O tambor do revólver é girado e fechado, de modo a que localização do projétil seja desconhecida. Os participantes apontam o revólver para suas cabeças e atiram, correndo o risco da provável morte caso o projétil esteja na câmara engatilhada.

A forma do jogo pode ser tão variada quanto o número de participantes ou seus motivos (demonstrações de bravura, suicídio, etc.), mas tipicamente um único projétil é colocada num revólver de seis disparos, resultando numa chance de 1 em 6 (ou 17%) de o revólver disparar o projétil. O tambor do revólver pode ser girado novamente para reiniciar as condições de jogo ou o gatilho pode ser puxado continuamente. O uso de revólveres com menos câmaras (tipicamente cinco) ou o aumento do número de rodadas pode aumentar o risco dramaticamente.

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