Literatuando

Publicado em às 14:18.
Por Fabiani Taylor

Deu Crônica

 

“A VIDA É A ARTE DOS ENCONTROS”

 

Já disse o poeta Vinicius de Moraes que “A vida é a arte dos encontros, embora haja tanto desencontro pela vida”, pois é bom encontrar… não objetos, coisas materiais, mas sim, pessoas, e de preferência aquelas que chegam para transformar e salvar nossas vidas.

Tal qual aquele anjo da guarda que parou o carro em pleno temporal (Por que não dizer dilúvio?), para socorrer cinco mulheres estranhas e ter o cuidado e o carinho de deixá-las em segurança. Não podemos negar que estamos tão desacreditados com o ser humano que, quando encontramos alguém que quer nos ajudar, causa-nos estranheza, achamos logo que querem se aproveitar ou nos causar alguma coisa que ferirá nossa integridade.

Mas deu tudo certo, ainda temos que acreditar que existem pessoas boas, com corações repletos, cheios de solidariedade e vontade de ajudar, haja vista que nossos sentimentos estão tão calejados que o mal cada vez mais se apodera e deixa-nos com tanto medo e horrorizados diante de tantas coisas tenebrosas que acontecem e, se formos levar tudo ao pé da letra, não sairemos mais de casa.

E há aquele encontro que virou desencontro e encontro novamente. Como assim? Em um período da vida houve o encontro e ali vivenciamos o que o momento tinha para nos oferecer, pois na juventude temos muitas expectativas, indecisões, sonhos que podem nos levar para lados opostos, mas quando tem que ser, será. Podemos tomar tantos outros caminhos e encontrar tantas outras pessoas que farão parte de nossa história, mas aquela que desencontramos terá sempre um lugar no coração e, nas voltas que o mundo dá, ela aparece e por que não retomar tudo de bom que lá atrás ficou e seguir em frente? Afinal de contas, ainda há vida, ela é passageira, e o amor, em tempos de cólera, quando renasce, deve ser vivido em sua plena intensidade.

A vida sempre estará em trânsito e gente iluminada ainda tem por aí. Às vezes, elas nem sabem, mas nos fazem um bem danado. É assim que vejo muitas salas de aula. Esse ofício de professora está cada vez mais estressante e aterrorizante devido a tantas tragédias que acontecem dentro das escolas. Mas, a arte do bom encontro é incontestável. Apesar dos pesares, há ainda como se encantar com estudantes que nos fazem rir, tornam nosso dia mais alegre, mais colorido, mesmo sabendo que os problemas existem. Contudo, há sempre uma forma de se cativar e nos tornarmos responsáveis uns pelos outros e assim fazermos nossos encontros na escola mais leves.

Não podemos viver só enfatizando o mal. Temos também muita coisa boa pra contar sobre os bons encontros que a vida nos proporciona. Tal qual o encontro daquela professora com seus alunos, numa escolinha do interior, onde ela exerce todas as funções na escola, ou seja, enquanto os alunos fazem uma atividade, ela faz a merenda, resolve as burocracias da escola, é secretária, arruma a escola… Ufa! E qual foi o resultado? Os alunos tiveram 100% de aproveitamento nas avaliações externas que são promovidas pelo governo, sem contar que toda a comunidade valoriza e muito a professora e falam que ela é a diferença.

Ah, que venham os bons encontros para nossas vidas e que eles possam nos trazer sempre grandes e eternos momentos de felicidade! Ei! Espero encontrar você por aí e quem sabe tomaremos aquele cappuccino e nos tornaremos eternos amigos?

 

LI E GOSTEI

Na marcha desenfreada do progresso – o planeta está superaquecido, as multinacionais prosperam, a sociedade está dividida e a ciência se encontra sempre um passo à frente da moral – qual o espaço do ser humano? Ninguém tem dúvidas quanto às questões mais relevantes. Mas as respostas podem não ser tão simples assim. Em “Oryx e Crake”, Atwood nos apresenta um cenário familiar. Para olhá-lo face a face, tudo que temos a fazer é imaginar nosso próprio futuro. Fonte: Saraiva.

 

ASSISTI E GOSTEI

Mais do que qualquer filme precedente do Universo Cinematográfico Marvel, Vingadores: Ultimato serve a pensar a maneira como as fantasias de super-heróis representam o nosso medo de lidar com a morte. Os personagens possuem poderes excepcionais, que a princípio garantiriam uma chance de sobrevivência superior àquela dos seres humanos comuns. No entanto, os protagonistas são ameaçados o tempo inteiro, enfrentando adversários igualmente poderosos. No universo dos quadrinhos, heróis morrem a todo instante – e também ressuscitam com frequência, em virtude de magias e novos desenvolvimentos tecnológicos… Fonte: Adoro Cinema

 

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