Até onde vai a hipocrisia sanitária da oncologia no SUS?

Publicado em às 19:01.
Por Gilvan Barbosa Gama
Dia desses me peguei em flagrante divagação sem sentido objetivo sobre o câncer no <<<CORRUPTION  PARADAISE>>> do pacto federativo chamado Brasil.A tendência dessa mazela<<dita incurável e fatal>>, só faz aumentar a medida que o país cresce em população, e a saúde pública só faz piorar em nome do SUS=Seu Último Suspiro,aliada também à insustentabilidade dos seus biomas aviltados,queimados e degradados pela ação do homem,que muito contribuem para o aumento dessa doença,que  já há muito,sem que percebamos,já se instalou no caos sanitário em que vivemos.Basta ligar a televisão para nos apercebermos que hospitais públicos em todo o país não dão ao cidadão o direito de um  tratamento oncológico no mínimo decente.Muitos em fila de espera pelo hora da morte, aguardam até 06 meses para dar início a um tratamento que para ter uma cura ou uma  sobrevida digna requer urgência com presteza  .Doí mais ainda saber que  aparelhos de última geração para tais procedimentos,ou encontram-se embalados nos próprios hospitais, ou faltam pessoas com “know how”para faze-los funcionar.Se foi adquirido é para ser usado,e se falta pessoal habilitado, cumpre ao Estado formar pessoal competente para o seu manuseio.
Nessa mesma linha de pensamento, me perguntei a maneira pela qual, a China e a Índia países super populosos agem com os seus cidadãos em relação à tratamento oncológico.Se chineses e Indianos  entrarem em fila à espera de aparelhos para ressonância e outros procedimentos mais complexos,pelo número de pessoas que lá existem, todos morreriam em fila pois a espera seria de décadas por um exame.Me parece que lá as coisas são bem menos burocratizadas e o cidadão é tratado com respeito e dignidade.
Na realidade dos fatos,aqui pela pátria <mãe-leia-se madrasta gentil>,não menos vergonhoso e degradante é ver o descaso com que o cidadão é tratado desde a sua entrada no hospital,até o primeiro atendimento básico em qualquer emergência ou situação outra que não seja câncer. Normalmente por falta médicos ou leito, o mesmo fica jogado no corredor a espera de espaço para poder se alojar e posteriormente ser atendido. Já foram vistos pacientes sendo alojados e  atendidos nos banheiros e até nos  descartes de lixo  de alguns hospitais públicos em todo o Brasil.Imaginem a cena! Feridas abertas em locais infectados é o caminho mais curto para septicemia .Idealizem então um câncer e a complexidade no seu tratamento! É carregar água na peneira.A revolta é tanta e tamanha  que o mínimo que se pede ao Arquiteto Maior é um separatismo rápido e urgente para que cada estado cuide do que é seu. Políticos,Secretários,Ministros e demais membros da latrina chamada União,quando com câncer ou qualquer outra emergência médica sejam tratados também  da mesma forma que o cidadão comum, e que por conta de tal proceder  sejam descartados mediante uma bela e sonora descarga, em fossas estéreis e por lá não mais incomodem ninguém.
Enquanto não dividirmos o Brasil  em Estados independentes,seremos massa de manobra dessa escória chamada republiqueta da Brasília de dúzia e meia.
 
 
Dr.Gilvan Barbosa Gama -Piúma-ES

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